Notícias

NOTÍCIAS

Clube da Irrigação encerra Tour Amarelo com picos de produtividade de 106 sacas de soja por hectarei

10/04/2014

Clube da Irrigação encerra Tour Amarelo com picos de produtividade de 106 sacas de soja por hectarei

O último dia de campo do Clube da Irrigação, o Tour Amarelo – Soja, reuniu mais de 80 produtores em Cachoeira do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul, na terça, dia 8. O evento aconteceu na propriedade de Udo Strobel, onde a produtividade da oleaginosa alcançou picos de 106 sacas por hectare, com média de 75 sacas/ha. O coordenador do Clube, João Telles, acredita, no entanto, que em algumas lavouras a produtividade chegue a 120 sacas por hectare. – Com o milho atingimos o objetivo, que era 300 sacas por hectare. Quanto à soja, acredito que teremos picos, em algumas lavouras, de 120 sacas por hectare. Claro, vamos deixar claro que não é média, são picos. Se, com pivô, conseguimos 120 sacas é porque nós podemos correr atrás, para tornar as áreas altamente produtivas. Na média, trabalhamos entre 75 a 80 sacas por hectare. Além de conhecerem os resultados obtidos nas lavouras de soja e milho das áreas manejadas pelo clube, os produtores rurais da Região Central do Estado tiveram a oportunidade de conhecer as tecnologias recomendadas, tanto para as culturas principais como para as coberturas de inverno nas lavouras assistidas. Para o próximo ano-safra, o clube pretende consolidar os números e aumentar a área com alta produtividade. – Estamos pensando em uma média de 90 sacas por hectare onde os pivôs estiverem. É para isso que estamos trabalhando. As empresas estão imbuídas nesse objetivo, de irmos a campo juntamente com a pesquisa e levar essas ferramentas aos nossos produtores – acrescenta Telles. Responsável pela parte da pesquisa, o professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Telmo Amado, explica que as intervenções e o manejo nas quatro propriedades assistidas são feitos o ano todo, e que isso foi fundamental para o resultado final. – Trabalhamos de forma sistêmica, olhamos o conjunto de todas as práticas, temos um rígido controle. Esse material genético tem um potencial genético extraordinário. As práticas visam barrar a manifestação de fatores limitantes nas lavouras. De acordo com o professor, o que mais preocupa são as lagartas, por competirem de forma direta com as plantas. – A ocorrência de invasoras é um fator que atrapalha nossa produtividade, por vários fatores, há competição por luz, por água. Estamos muito preocupados com a questão da água, embora agora o clima esteja para chuva, tivemos um déficit hídrico, e isso tem se repetido aqui no Sul. É importante termos estratégia para que não tenhamos competição ou o mínimo possível de competição – acrescenta Telmo Amado. O Clube da Irrigação foi idealizado em 2010 e é fruto de uma parceria entre Sistema Farsul, Universidade Federal de Santa Maria e as empresas Stara, Fockink, Dekalb, Mosaic, Intacta RR2 PRO e Sistema Roundup Ready Plus. O objetivo das atividades é integrar tecnologias para o aumento da eficiência do campo, reunindo empresas e produtores para buscar grande produtividade em áreas irrigadas. Fonte: agricultura.ruralbr.com.br Foto: Senar/ Divulgação

Outras Notícias

OUTRAS NOTÍCIAS

Acesso Rápido

INFORMAÇÕES

RODOVIA ANHANGÜERA 313KM - CAIXA POSTAL 336

RIBEIRÃO PRETO - SP - BRASIL - CEP 14001-970

55 16 3969-1159

MARANGATU@MARANGATU.COM.BR

Rodapé